Até os joelhos erguidas, esperam.
Os pés estão limpos, ainda.
Meus braços doem segurando o tempo.
Envergonhada, orgulho-me de tamanha nudez.
Recolho as vestes sujas de ontem.
Prefiro o frio. E os passos que ainda não dei.
O destino é macho. Acha que manda. Pensa que domina. Espera obediência. Exige submissão. Apaga as vontades. Invisibiliza o arbítrio. Diz se...
muito interessante, Ana!
ResponderExcluiradorei!
ResponderExcluirLindo!!!!
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