quarta-feira, 28 de março de 2012
Desassombro
Não há mais nada a dizer sobre pedras e bodoques
ou sobre pássaros e homens.
Apenas se estica o elástico do tempo.
E nesse PLÁ, de assombro novo, é que pousa alguma pena.
Tão gasta de cair, descreve curva inédita.
Talvez eu conte isto:
Depois do tiro,
o menino de Barros é que pousa no lugar.
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Tá tão bonito isso! E os três primeiros versos já causam um assombro de poema completo. E o final é surpreendente.
ResponderExcluirAbraço.
Este Menino-Manoel-Pássaro
ResponderExcluirpor onde passa
se não pousa
faz revoada!
;)
Oi Aline,
Excluiresse menino é inspirador... Obrigada pela visita.
Beijo.
Que haja um lugar para ele sempre. Pássaros e homens precisam de repouso. <3
ResponderExcluirKenia,
ResponderExcluirprazer enorme tê-la aqui. Adoro a sua poesia torta.
Um beijo.
Boa articulação!
ResponderExcluirIsso nos leva longe...
Saudações quem aqui posta e quem aqui visita.
ResponderExcluirÉ uma mensagem “ctrl V + ctrl C”, mas a causa é nobre.
Trata-se da divulgação de um serviço de prestação editorial independente e distribuição de e-books de poesia & afins. Para saber mais, visitem o sítio do projeto.
CASTANHA MECÂNICA - http://castanhamecanica.wordpress.com/
Que toda poesia seja livre!
Fred Caju