Perdi o fio
como uma faca velha perdida na gaveta.
Não faço medo.
Nem tampouco cumpro meu destino.
Rasgo a carne dolorosamente, demoradamente
Cega. Imprecisa.
No entanto,
peso no braço que me segura
Sem direção,
corto a mão.
Sigo um instinto nato que não se perdeu no tempo.
Golpeio o ar, sem rumo
Mantenho o punho fora do prumo
domingo, 27 de novembro de 2011
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ResponderExcluir=)
Oi Ana! Eu sigo o instinto, que para mim é o coração e o melhor guia. Muito obrigada pela presença no Memórias. Beijos!
ResponderExcluirMas ainda corta, não perdeu o jeito.
ResponderExcluir;)
Gostei daqui.