Há muito que as distâncias não separam
e que o tempo corre atrás dos homens.
Há muito que não há mais tarde, nem nunca
e que é impossível não estar só.
Há muito que te queria aqui, mas já vais longe.
As palavras jazem no olvido...
Bastam os olhos. Escutar não faz mais sentido.
Essa é a era do tombo.
Quem vai curar meus joelhos?
quarta-feira, 27 de julho de 2011
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ninguém vai curar os seus joelhos ... ou melhor, bastou só um segundo, para que todos perdessem a memória dessa tua dor .... deixou de ser notícia ... lindo poema ... benvinda à nossa sociedade líquida!
ResponderExcluirAna,
ResponderExcluirvc escreve muito bem...grande mineira,uai
O tempo tudo cura (ou silencia). Muito bom seus versos de hoje!
ResponderExcluirPERFEITO!!!!
ResponderExcluirPARABENS.